29 de outubro de 2013

VAMOS?

Este é um convite para você membro da Igreja de Jesus Cristo. Você que um dia fez um compromisso com o Deus desta Igreja, professou sua fé, publicamente, foi batizado e hoje é membro comungante de uma delas.

VAMOS? 

Vamos acertar as nossas contas com Deus!

Vamos limpar nossos corações, lavando-os no sangue poderoso do Cordeiro!

Vamos equilibrar a nossa vida espiritual, deixando—nos conduzir pelo Espírito Santo e vivendo na integral dependência de Deus!

Vamos louvar a cada grande encontro festivo no Templo, em cada culto, refletindo a nossa adoração ininterrupta ao Senhor da vida!

Vamos orar com tamanha intensidade que o fogo do Senhor confunda e atraia aqueles que não o conhecem ainda! 

Vamos receber em nossa Igreja os que adentram seus umbrais com tanta cortesia que eles jamais queiram sair novamente de nosso meio! 

Vamos evangelizar com tamanha galhardia que o evangelizando se sinta constrangido pelo amor de Deus que nos atrai impelindo-nos a voltarmo-nos para Ele! 

Vamos fazer missões com tanto compromisso a ponto de os missionários da vanguarda não terem de se preocupar com o que comer e o que vestir! 

Enfim, vamos fazer a vontade de Deus com o nosso coração totalmente submisso e obediente! Amém!

Eu, enquanto ministro do Evangelho, desejo uma Igreja comprometida com o Deus Altíssimo de tal maneira que, eu, como pastor de uma de suas denominações, não necessite me preocupar com o seu relacionamento com Deus e o próximo, mas somente em administrar o seu serviço e ensiná-la a realizá-lo melhor do que está sendo feito.

Então, VAMOS? 

Eu o convido! 

Pois, EU, não quero mais voltar atrás!

E VOCÊ? Vamos!

{Rev. Maurício Ferreira}

17 de outubro de 2013

OUTUBRO

Outubro é um mês muitíssimo significativo para mim. Ele tem algumas marcas que se tornaram indeléveis à medida que o tempo foi passando. Marcas que se tornaram marcos e que não nos deixam passar por outubro sem pensar na inefável graça de Deus. Os marcos são as referencias que nos fazem caminhar para frente com a certeza de que estamos realmente andando, progredindo, continuando firmes rumo a imarcescível coroa da glória do Senhor.

Quanto outubro chega olho para o seio de minha família e me vejo grato ao Santo Pai por tudo que ele me tem dado de amor e graça. Meus irmãos fazem aniversário nos dias três e onze. Um já está passeando pelos campos do “cabo da boa esperança”, a outra esta nos tempos da maturidade feminina. Ambos amorosos e amados, que vem depois de mim na história da família Martins Nascimento, pois hoje vivo, se assim desejasse, como um patriarca no seio desta família. Minha primogênita também completa sua existência no dia nove, caminhando nos rincões da graça divina, ela ultrapassa a barreira da primeira juventude para a segunda, enquanto se aproxima da meia idade a largos passos. Nestes tempos, também me dá a alegria de mais uma vez me tornar um abençoado servo de Deus que vê os, e agora já posso mencionar no plural, “os” filhos dos filhos. Abençoado homem que sou, pois Deus me presenteia com tão belas alegrias inenarráveis. Minha primeira neta completa mais um mês em sua tenra e florescente vidinha nos dando a alegria de a cada dia descobrir uma faceta inédita de um sorriso gracioso e uma existência feliz ou “Fe+Lis=Alice”.

O mês de outubro também me leva à história da humanidade e me coloca diante da marca religiosa, quando me pego a pensar no Deus ativo que nos cuida neste planeta terra. Vejo-me passeando pelos campos do Castelo de Wittemberg, na velha Alemanha e percebendo que Deus havia agido por intermédio de um servo seu, mudando os rumos do cristianismo, em todos os seus aspectos, pois levou todos a pensar na santidade da religiosidade, na origem e égide da religião de sempre. Fez o homem perceber, que mesmo ele querendo, a Igreja verdadeira não está em suas mãos, mas nas mãos de Deus. O homem tenta, mas somente Deus realiza, pois somente ele tem nas mãos as sete estrelas (Apocalipse 1.12-20). É bom pensar na história e no Deus da história, e outubro é um mês que nos leva a fazer isso, pois são acontecimentos de nossos dias, da Igreja moderna. Quem tem razão, só Deus, os homens erram sempre. Visualizo também, na história comercial de nossos tempos o dia da criança. Esta figura tão importante e imponente nos campos da vida. Alegram o coração da gente, enchem os nossos dias, mostram que Deus é paciente e gracioso para conosco. Bom demais. O professor é homenageado também neste mês. Tão preciosa peça na vida de cada um de nós no princípio dela e tão desvalorizado por nós quando nos tornamos quem somos, tendo o impulso de nossos primeiros passos na educação em suas mãos preciosas.

Dai, posso ou não me alegrar quando entramos neste mês tão especial, principalmente para a minha família? Concluo que posso me alegrar, por tudo que visualizo em uma rápida análise, e posso me alegrar, pois me vejo abençoado pelo Deus da história, da minha história. Obrigado Santo Pai eterno por tudo que me tens dado e por tudo que posso esperar ainda de suas graciosas mãos, neste e nos próximos outubros que me darás.


(Rev. Maurício Ferreira)

1 de outubro de 2013

OLHAS PARA ONDE HOJE?

Diz a história que o rei Henrique IV, perguntou, certa vez, ao duque de Alva se ele havia observado o grande eclipse do sol que ocorrera poucos dias antes. “Não”, disse o duque, “eu tenho tanto para fazer na terra que não me sobra tempo para olhar para o céu”. Comentando este fato, Thomas Brooks disse: “É lamentável verificar como o coração é tão apegado às coisas terrenas que não nos sobra tempo de olhar para cima e contar com Cristo e com as coisas celestiais, como são tolos os que vivem exclusivamente para esse mundo!”.

As pessoas estão tão preocupadas como seus interesses pessoais, com o que o mundo oferece, com as alegrias que são efêmeras, nada duram, que não tem tempo para buscar o que realmente importa, traz felicidade, segurança e determina o futuro delas. Em vez de reclamar de solidão e angústia, se olharmos para o céu, ali veremos que está o Senhor. Sim, o Senhor que prometeu estar conosco sempre, ser nosso companheiro e amigo em todas as ocasiões.

Portanto, querido(a), em vez de vivermos angustiados pelo emprego e dinheiro, olhemos para o céu, certamente, ali encontraremos o Senhor que supre todas as nossas necessidades. Assim, pensemos que quanto mais tempo usarmos olhando para o mundo, menos tempo teremos para olhar para Cristo. Ele é a nossa felicidade plena, nosso sustentador, o nosso socorro em todos os momentos. Se usarmos o nosso tempo olhando para o Senhor Jesus Cristo, bem pouco tempo precisaremos para cuidar das coisas daqui de baixo.

Pergunto novamente, para onde olhas, HOJE?

(Adaptação - Autor desconhecido)

TRAGA A ESPERANÇA AO CORAÇÃO, HOJE!

Na vida da gente acontecem muitas coisas premeditadas, inusitadas, compreensíveis e incompreensíveis. Sempre nos deparamos com obstáculos e dificuldades inimagináveis. Vez por outra encontramos fatos não planejados, e que nos solicitam imediata reação para solucionar. Interessantemente, nem sempre estamos prontos, disponíveis ou mesmo dispostos a reagir ante a vida, o que nos leva a uma inércia reveladora de nossa incapacidade ante o inusitado.

Hoje, como a cada dia, acordamos com a sensação de que muitos destes fatos serão parte relevante em nosso caminhar. Acordamos, abrimos nossos olhos, visualizamos tudo ao nosso redor a glorificar ao Criador. Nada mais temos a fazer, a não ser cumprir a finalidade primeira de nossa existência, e também glorificarmos ao Deus Criador e conscientemente desfrutarmos disso todos os dias de nossa existência.

Quando o chorão Jeremias, o lamentador servo do Senhor, ante todas as dificuldades de uma pregação infrutuosa, ante um povo de coração empedernido lamentava, creio que ao olhar para o céu, para o Deus do céu, ele teve um vislumbre de todas as bênçãos divinas sobre o seu povo, Israel. Assim, ele pôde dizer, em alto e bom som, e sem medo de ser feliz que desejava trazer para o coração memorioso o que lhe poderia encher de esperança. Ele viu nada mais nada menos que o amor de Deus por Seu povo, no amor ele viu o próprio Deus refletido na misericordiosa atitude divina para com os seus, renovável, preservadora e infindável. Ele viu a Deus em sua bondade, indistinta, inimitável, imparcial e confortadora. Sim, ele viu a Deus em sua fidelidade imutável, envolvente, graciosa e consoladora. 

Olhando para as conclusões de Jeremias ante o amor inefável do criador, podemos viver a esperança silenciosa de que em cada detalhe de nossa existência Ele está, e de que em nada podemos nos sentir desamparados ou órfãos, pois temos o nosso protetor, rochedo forte, refugio verdadeiro em Deus de forma constante. De modo algum nos sentirmos órfãos, pois em Cristo Jesus, Seu Unigênito Filho, morto na cruz por nossos pecados, Deus nos reconciliou consigo e nos fez filhos adotivos e amados nEle.

Como é bom, podermos acordar a cada manhã renovados pelo cuidadoso, amparador, confortador, consolador, pacificador, reconciliador amor divino apresentado a nós numa ignominiosa cruz, mas refletida na vitória: da cruz, da ressurreição e assunção de Cristo, que hoje se encontra a destra do Pai, e intercede por nós. Portanto, nosso intercessor, nosso paráclitos  é o nosso advogado junto ao Pai. O bom de tudo isso é que sua obra redentiva tem uma extensão inimaginável também, pois Ele é a propiciação não somente pelos meus pecados, mas pelos do mundo inteiro.

Por isso, caro leitor, conclamo-o hoje a descansar em Deus, a acordar sempre com a certeza de que o Senhor tem pra ti um manancial de bênçãos. Ele está sempre e eternamente pronto, e você está? SDG.

(Rev. Maurício Ferreira)