Quanto
outubro chega olho para o seio de minha família e me vejo grato ao Santo Pai
por tudo que ele me tem dado de amor e graça. Meus irmãos fazem aniversário nos
dias três e onze. Um já está passeando pelos campos do “cabo da boa esperança”,
a outra esta nos tempos da maturidade feminina. Ambos amorosos e amados, que
vem depois de mim na história da família Martins Nascimento, pois hoje vivo, se
assim desejasse, como um patriarca no seio desta família. Minha primogênita
também completa sua existência no dia nove, caminhando nos rincões da graça
divina, ela ultrapassa a barreira da primeira juventude para a segunda,
enquanto se aproxima da meia idade a largos passos. Nestes tempos, também me dá
a alegria de mais uma vez me tornar um abençoado servo de Deus que vê os, e
agora já posso mencionar no plural, “os” filhos dos filhos. Abençoado homem que
sou, pois Deus me presenteia com tão belas alegrias inenarráveis. Minha
primeira neta completa mais um mês em sua tenra e florescente vidinha nos dando
a alegria de a cada dia descobrir uma faceta inédita de um sorriso gracioso e
uma existência feliz ou “Fe+Lis=Alice”.
O
mês de outubro também me leva à história da humanidade e me coloca diante da
marca religiosa, quando me pego a pensar no Deus ativo que nos cuida neste
planeta terra. Vejo-me passeando pelos campos do Castelo de Wittemberg, na
velha Alemanha e percebendo que Deus havia agido por intermédio de um servo
seu, mudando os rumos do cristianismo, em todos os seus aspectos, pois levou
todos a pensar na santidade da religiosidade, na origem e égide da religião de
sempre. Fez o homem perceber, que mesmo ele querendo, a Igreja verdadeira não
está em suas mãos, mas nas mãos de Deus. O homem tenta, mas somente Deus realiza,
pois somente ele tem nas mãos as sete estrelas (Apocalipse 1.12-20). É bom
pensar na história e no Deus da história, e outubro é um mês que nos leva a
fazer isso, pois são acontecimentos de nossos dias, da Igreja moderna. Quem tem
razão, só Deus, os homens erram sempre. Visualizo também, na história comercial
de nossos tempos o dia da criança. Esta figura tão importante e imponente nos
campos da vida. Alegram o coração da gente, enchem os nossos dias, mostram que
Deus é paciente e gracioso para conosco. Bom demais. O professor é homenageado
também neste mês. Tão preciosa peça na vida de cada um de nós no princípio dela
e tão desvalorizado por nós quando nos tornamos quem somos, tendo o impulso de
nossos primeiros passos na educação em suas mãos preciosas.
Dai,
posso ou não me alegrar quando entramos neste mês tão especial, principalmente
para a minha família? Concluo que posso me alegrar, por tudo que visualizo em
uma rápida análise, e posso me alegrar, pois me vejo abençoado pelo Deus da
história, da minha história. Obrigado Santo Pai eterno por tudo que me tens
dado e por tudo que posso esperar ainda de suas graciosas mãos, neste e nos
próximos outubros que me darás.
(Rev. Maurício Ferreira)
Nenhum comentário:
Postar um comentário